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SANTA CASA PREPARADA PARA ENFRENTAR A SUPERBACTÉRIA

01/11/10 09:53

Mesmo sem registros de casos na cidade, hospital já coloca em prática normas para o atendimento

O número de pessoas contaminadas pela superbactéria é motivo de alerta em todos os hospitais. A KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase) é resultado da mutação genética de uma bactéria já existente no corpo humano, encontrada no intestino. O problema é que devido ao uso excessivo de antibióticos, a bactéria se tornou resistente às várias classes deste tipo de medicamento. A KPC pode infectar pacientes debilitados, com baixa imunidade, principalmente nas unidades de terapia inten¬siva, hemodiálise e centro cirúrgico.
Nesta semana a equipe do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar da Santa Casa se reuniu com enfermeiros dos diversos setores para orientar sobre os cuidados com a KPC e quais procedimentos serão utilizados no hospital para o atendimento de casos suspeitos. “Quando o paciente, que necessita de internação, chegar à Santa Casa vindo de hospitais dos estados que registram casos positivos e até mortes em decorrência da superbactéria, ele será colocado primeiramente em isolamento de contato. Vamos realizar a coleta de vigilância, que consiste na cultura e análise de secreções no período de 48h a 72h. Após este prazo, é possível saber o resultado de uma possível colonização de bactérias multirresistentes. Caso seja positivo, o paciente permanece em isolamento e será avaliada a necessidade de tratamento”, explica Dr. Mário Krugner, médico infectologista e responsável pela equipe do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar da Santa Casa.
A KPC pode ser trans¬mitida através do contato direto, como o toque ou uso de objetos em comum. Além da esterilização dos materiais utilizados no hospital, outro método eficaz para conter o avanço da superbactéria é a higienização das mãos e utilização do álcool em gel 70%. “Na Santa Casa, todos os funcionários recebem orientações constantes sobre como higienizar as mãos corretamente, antes e depois do contato com o paciente. Nos postos de enfermagem e nos corredores das alas, dispensadores de álcool em gel estão em pontos estratégicos para o uso dos profissionais e visitantes”, ressalta Priscilla Lacerda Villas Boas, enfermeira responsável pelo CCIH – Comissão de Controle de Infecção Hospitalar da Santa Casa.
É importante ressaltar que casos de superbactérias são comuns em todo o mundo, mas o uso indiscriminado de antibióticos tem comprometido os tratamentos adequados. Estes microorganismos se tornam resistentes aos medicamentos, proliferam com mais facilidade, chegam aos pacientes mais debilitados e podem levar a morte.

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